quinta-feira, 19 de julho de 2012

Quarto Capitulo


Escutem a música e leiam, eu particularmente acho que ela combina com o momento :)
E sintam-se a vontade para se imaginarem nessa história!

Ele entrou no quarto e eu em seguida, nos sentamos na cama..
- Foi incrível conhecer você, juro! – olhou pra mim e sorriu envergonhado, mostrando aquelas lindas covinhas.
- também adorei conversar com você hoje Danilo, juro! - dei um sorriso

Danilo aproximou suas mãos de mim e em um instante antes de viajar em outro mundo pude sentir sua respiração bem próxima da minha. Ele me beijava calmamente enquanto sua mão encontrava abrigo em minha nuca, já as minhas perderam o caminho ao se engunharem naquele cabelo (macio e sedoso). Deixamos nos levar por aquele beijo que a cada segundo era mais profundo, em meio a respirações ofegantes ele parou de me beijar enquanto tirava sua camisa e voltou ao ato, finalmente eu sentia seu corpo, bom de apalpar, costas ótimas para serem arranhadas. Ele se deitou sobre mim e num toque de realidade eu percebi tudo o que estava acontecendo.
Danilo, nós não podemos - eu disse ofegante, quase sumindo entre os lençóis da cama larga do hotel e o corpo do Danilo-.
Ele pressionava o corpo contra o meu, ele insistia em me ter e eu insistia em resistir, mas não conseguia, era bom demais pra eu estragar tudo, eu estava com o homem que eu quisera por muito tempo, não iria desperdiçar tal chance. Em pouco tempo deixei que as mãos quentes e grandes de Danilo me envolvessem e que seu beijo tornasse a tirar outra vez o meu folego, estávamos finalmente embalados e eu conseguia por um instante pensar naquela loucura. Nos despimos pouco a pouco, com sutileza e carinho, tomamos os devidos cuidados, ele me satisfez de uma forma que eu nunca esperaria de alguém, minhas unhas todo tempo hora embrenhadas nos cabelos dele, hora cravadas em suas costas, sua boca havia conhecido todo o meu corpo e ao final daquela noite após ele cair exausto sobre mim e me encher de carinhosos beijos eu ainda tentava entender como ele conseguia soar champagne e como ele havia conseguido me proporcionar tantas sensações em tão pouco tempo. Adormecemos então perdidos no meio do nosso pensamento e acordamos poucas horas depois em concordância que precisávamos de um banho.
A verdade é que eu não havia pensado em mais nada além de nós, nem na minha escola na segunda-feira, nem que ele tinha tirado minha virgindade, nem na minha mãe que provavelmente achava que eu estava no meu 24638927º sono, em nada, só pensava em como tudo aquilo era louco. Eu realmente estava deixando águas quentes percorrerem nossos corpos que até então se encontravam em perfeita sintonia, que só cessou quando cada um de nós se enrolou em um roupão diferente.
Deitamos na cama, ele me puxou pra perto dele e eu só pude pensar que tinha que ir embora.



Nenhum comentário:

Postar um comentário