segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Capitulo Dezenove


Acordei com uma sensação maravilhosa, Danilo Gentili em cima de mim me dando beijinhos e me desejando bom dia com aquele sorriso de tirar meu fôlego e o melhor, eu não estava com a sensação que devia explicações a minha mãe ou de que eu precisaria esconder meus sentimentos. Pode me chamar de tosca, eu deixo. A verdade é que eu adorava ser tosca quando o corpo dele estava sobre o meu.
-Eu preciso resolver algumas coisas com o Léo hoje, mas você pode ficar aqui tá? –disse deitando ao meu lado, com um sorriso lindo e igualmente sexy acompanhados pela blusa e boxer brancas.
-Não, eu prefiro ir pro hotel, aliás, preciso ir pra casa, ver a Luiza, arrumar minhas coisas.
-Mas você não vai hoje né? Vocês nem marcaram passagem.
-Não, mas vou ver se vou até o aeroporto com minha mãe e marco essas passagens pra amanhã.
-Se prefere assim.. –Fez uma cara de contrariado, mas consentiu minha decisão com um leve sorriso.
-Preciso levantar daqui e me arrumar.
-Vem tomar café primeiro, depois você toma um banho e ai eu deixo você ir. Que tal? –Disse se levantando e indo até a cozinha.
Apenas sorri e me levantei, coloquei uma blusa de frio vermelha dele que encontrei no quarto e dei uma corridinha até o alcançar, nos sentamos na mesa e comemos qualquer coisa (porque sinceramente eu não conseguia prestar atenção em mais nada com aquele sorriso que parecia dar cor ao meu dia).
-Eu estava pensando, vou sentir saudades quando eu estiver aqui e você lá. –Danilo disse com um ar chateado.
-Você vai me ver, simples.
-Não se trata disso, mas é que eu acho que não consigo mais ficar um minuto sem saber que você está perto de mim. Eu acho que eu te amo. –Disse me olhando nos olhos.
-Eu amo você Danilo e tenho certeza disso.
- Gosto do teu sorriso e acho que não suportaria te ver chorar algum dia.
-Porque você está dizendo isso Dan?
-Por nada. Só quero que você entenda que as pessoas podem falar qualquer coisa sobre nós dois e o que nós temos e sentimos um pelo outro, eu não me importo.
-Nem eu Danilo. –Eu sorri e ele me abraçou e por um instante eu desejei jamais soltá-lo.

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